Adeus amor!
De ti cuidei
Você cresceu
E me entreguei
Guardo o bom
Desprezo o mau
Triste fim
Amor não vivido
Algo sentido
Ainda mais dor
Do amor não correspondido
Amar dói
Marca o ser
Fere a alma
Amar é troca
Não vivi o amor
A ilusão de volta
Um dia o grande amor
Perdida a aposta
Jogo encerrado
A certeza da resposta
Adeus amor
Amei-te como nunca amei
Errei
Sem novas chances a dor
Encerro aqui
A história que não foi
Do que poderia ter sido
Adeus amor
Frase que dói
Mais que o amor
Sem completo, já perdido
Sigo o caminho
Carrego os sonhos
No passado: você
Adeus amor
De ti vou lembrar
Da dor e do amor
Do amor sem resposta
Adeus amor
Num último beijo
Frieza contagiante de nós
Que minh’alma domina
Adeus!
sábado, 14 de julho de 2007
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Matando o Sentimento
O brilho que se apaga
O som que se abafa
O amor que se acaba
O grito que se cala
As flores que murcham
As águas que se vão
Estrelas que morrem
O mar sem verão
Momentos que passam
Madrugadas em vão
Silêncio obsequioso
Olhares ao longe
Palavras não ditas
Dores sofridas
Dias perdidos
Vida maldita
Sentimentos despedaçados
Horas desperdiçadas
Palavras perdidas
Amores contidos
Numa palavra seu nome
Noutra, o lamento
De espera, a fome
Se perdendo no tempo
O som que se abafa
O amor que se acaba
O grito que se cala
As flores que murcham
As águas que se vão
Estrelas que morrem
O mar sem verão
Momentos que passam
Madrugadas em vão
Silêncio obsequioso
Olhares ao longe
Palavras não ditas
Dores sofridas
Dias perdidos
Vida maldita
Sentimentos despedaçados
Horas desperdiçadas
Palavras perdidas
Amores contidos
Numa palavra seu nome
Noutra, o lamento
De espera, a fome
Se perdendo no tempo
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Obediência a Oswaldo Montenegro e a Você
Por você
De quem o nome não posso dizer
Obedeço ao cancioneiro
Em total concordância
Com o sentido oculto
Clamando por esperança
No dia em que libertares a voz
Do grito de amor
Preso em minha garganta
Seu nome ecoará nesses versos
A todos os cantos
A todos os ventos direi
Que o poeta falava
Do meu amor por você:
“Canto uma canção bonita
Falando da vida
Em ré maior
Canto uma canção daquela
De filosofia
E mundo bem melhor
Canto uma canção que agüente
Essa paulada e a gente
Bate o pé no chão
Canto uma canção daquela
Pulo da janela
Bato o pé no chão
Sem o compromisso estreito
De falar perfeito
Coerente ou não
Sem o verso estilizado
Mas verso emocionado
Bato o pé no chão
Canto o que não silencia
Onde principia
A intuição
Nasce uma canção rimada
Da voz arrancada
Ao nosso coração
Com ou sem licença
O sol rompe a barra da noite
Sem pedir perdão
Hoje quem não cantaria
Grito a poesia
Bato o pé no chão”
De quem o nome não posso dizer
Obedeço ao cancioneiro
Em total concordância
Com o sentido oculto
Clamando por esperança
No dia em que libertares a voz
Do grito de amor
Preso em minha garganta
Seu nome ecoará nesses versos
A todos os cantos
A todos os ventos direi
Que o poeta falava
Do meu amor por você:
“Canto uma canção bonita
Falando da vida
Em ré maior
Canto uma canção daquela
De filosofia
E mundo bem melhor
Canto uma canção que agüente
Essa paulada e a gente
Bate o pé no chão
Canto uma canção daquela
Pulo da janela
Bato o pé no chão
Sem o compromisso estreito
De falar perfeito
Coerente ou não
Sem o verso estilizado
Mas verso emocionado
Bato o pé no chão
Canto o que não silencia
Onde principia
A intuição
Nasce uma canção rimada
Da voz arrancada
Ao nosso coração
Com ou sem licença
O sol rompe a barra da noite
Sem pedir perdão
Hoje quem não cantaria
Grito a poesia
Bato o pé no chão”
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Negação
A negativa de um beijo
Um abraço distante
Em teus olhos eu vejo
Sentimento vacilante
Mil caminhos me levam
Nem sei pra onde
Teu olhar mirando ao longe
Teu sentimento o silêncio esconde
Negas amar
Negas sentir
Negas sonhar
Negas sorrir
Negas meu amor
E seu amor a mim
O terror da lembrança
Da esperança de existir
Um dia acordar
E o amor esquecer
Ou poder só sonhar
E em sonhos viver
Eu só penso em você
E por ti vivo o hoje
Não penso no amanhã
Pois amanhã sem você.
Um abraço distante
Em teus olhos eu vejo
Sentimento vacilante
Mil caminhos me levam
Nem sei pra onde
Teu olhar mirando ao longe
Teu sentimento o silêncio esconde
Negas amar
Negas sentir
Negas sonhar
Negas sorrir
Negas meu amor
E seu amor a mim
O terror da lembrança
Da esperança de existir
Um dia acordar
E o amor esquecer
Ou poder só sonhar
E em sonhos viver
Eu só penso em você
E por ti vivo o hoje
Não penso no amanhã
Pois amanhã sem você.
Pai
Saudades de um tempo
Da insignificante saudade
De um futuro passado
De reencontros guardados
Hoje a certeza
Da certeza e da dúvida
Do saber não te ver
Sem esquecer de você
Lágrimas pelo futuro
Sorrisos pelo passado
O viver sem você
Ausência sentida
Em minhas lembranças vive
O exemplo eu guardo
A esperança de contentar-te
Ainda que tardiamente
Vives em meus sonhos
Em meus gestos
Procuro não decepcionar-te
Em minhas palavras procuro seu bom senso
O gigante inatingível
A fortaleza inabalável
A mão amiga que acolhe
O auxílio não revelado
Uma história guardada
A sete chaves trancada
Se não conheço o passado
O coração me revela a verdade
Pai, onde estiveres
Vives em minas lembranças
Seu exemplo carrego
No amor eterno que te tenho
Da insignificante saudade
De um futuro passado
De reencontros guardados
Hoje a certeza
Da certeza e da dúvida
Do saber não te ver
Sem esquecer de você
Lágrimas pelo futuro
Sorrisos pelo passado
O viver sem você
Ausência sentida
Em minhas lembranças vive
O exemplo eu guardo
A esperança de contentar-te
Ainda que tardiamente
Vives em meus sonhos
Em meus gestos
Procuro não decepcionar-te
Em minhas palavras procuro seu bom senso
O gigante inatingível
A fortaleza inabalável
A mão amiga que acolhe
O auxílio não revelado
Uma história guardada
A sete chaves trancada
Se não conheço o passado
O coração me revela a verdade
Pai, onde estiveres
Vives em minas lembranças
Seu exemplo carrego
No amor eterno que te tenho
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quarta-feira, 4 de julho de 2007
Sonhos
A lembrança de seus beijos
Conforta os meus dias
Meus desejos
Por ti em toda a vida
A voz que canta
O corpo que dança
Nos sonhos
Há esperança
Um toque em meu rosto
O calor que invade a alma
Da uva o mosto
Que fermenta e acalma
Sedento por ti
Saudade no olhar
A esperança perdida
De deixar de te amar
Conforta os meus dias
Meus desejos
Por ti em toda a vida
A voz que canta
O corpo que dança
Nos sonhos
Há esperança
Um toque em meu rosto
O calor que invade a alma
Da uva o mosto
Que fermenta e acalma
Sedento por ti
Saudade no olhar
A esperança perdida
De deixar de te amar
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